O mundo não é mais como era antigamente e a técnologia veio com tudo.Hoje o quintal de casa ou o playground do prédio não são mais a primeira opção quando trata-se de brincadeiras e sim o computador ou seus jogos eletrônicos, depois vem as bonecas, a bola, a bicicleta ou os carrinhos.Hoje em dia tudo gira em torno da informatização.
Papai e mamãe proponham um desafio, sugiram brincadeiras de sua época e voltem ao passado ao lado de seus filhos, com certeza a diversão vai tomar conta do ambiente.Segundo Larissa Fonseca, pedagoga, psicopedagoga e psicomotrista em formação: "Essa interação faz com que as crianças se sintam protegidas e valorizadas e permite que os pais as conheçam melhor".
Vamos resgatar um pouco dessas brincadeiras:
Peteca:
De origem indígena, a peteca encanta adultos e crianças pela simplicidade da brincadeira e diversão qie proporciona.Duas pessoas são suficientes para o jogo de peteca , mas várias pessoas podem brincar juntas. Com pedrinhas, folhas de árvore e palha de milho, é possível brincar com uma que os índios usavam.O objetivo é não deixar cair no chão- literalmente a peteca cair. A base da peteca geralmente é feita de borracha ou areia, é a aprte mais pesada e deve ser golpeada com a mão . Cada toque pode valer um ponto, mas você e seus filhos podem inventar a regra.
Corrida da centopéia:
-Dado o sinal pra começar, todas as equipes deve devem estar formadas, por exemplos, em grupos de 5 crianças.
-Cada equipe deve formar uma “fila” (um atrás do outro), estando cada criança com a mão na cintura do colega da frente.
-Deve ir em direção á linha de chegada sem ser desfeita a fila.
-Caso a corrente se rompa (se uma se uma das crianças soltar o colega da frente), a equipe deve voltar ao lugar de partida e recomeçar o trajeto.
-vencerá a equipe que chegar primeiro a linha de chegada sem romper a fila.
Telefone sem fio:
O grupo deve formar uma roda e escolher o iniciante, aquele que vai falar a
frase (ou uma noticia, uma informação) ao primeiro da roda.
Cada um deve falar no ouvido do outro a mensagem recebida. No final, o ultimo comunica ao grupo a mensagem e todos podem comprovar que: “Quem conta um conto, aumenta um ponto.”
Comente isso com seu educador e seus colegas:
O telefone sem fio é uma brincadeira muito engraçada que, além de divertir, nos ensina que, muitas vezes, perdemos nosso tempo com fofocas desnecessárias, que não acrescentam nada; pelo contrário, só diminuem o valor que temos como cidadãos.
Passa anel:
O grupo deve está sentado em círculo.
Um participante será o passador, que terá nas mãos um anel ou um objeto pequeno qualquer.
O passador vai passando de mão em mão até deixar o anel com um dos participantes. Todos os demais participantes ficarão com as mãos juntas e não abrirão até que se identifique com quem está o anel.
Depois de ter passado em todas as mãos, ele pergunta: - com quem está o anel? E todos, sem abrirem as mãos, devem tentar descobrir, “inclusive, aquele que estiver com o anel”, para tentar confundir os companheiros.
Quem descobrir será o próximo passador.
Tatu quer sair:
O grupo faz uma Roda. Todos de maus dadas.
Um grupo participante será o tatu e ficara no centro da roda. O objetivo do tatu é sair de qualquer jeito.
Ele deve tentar romper as mãos dadas e ganhar a liberdade. A cada tentativa, segurar firme as mãos, para impedir a saída do tatu.
Antes de forçar, o grupo pergunta:
-Tatu quer sair?
-Quero!
-Tenho chave para abrir?
-Tenho... (a chave é imaginária)
Depois de três tentativas ele força a saída. Quem deixá-lo sair fica em seu lugar.
Dessa forma as crianças irão conhecer e valorizar mais as brincadeiras infantis e ter uma infância mais saudável aprendendo a se socializar com outras crianças.